Editorial Recomendações

Anicafé indica: Shūmatsu no Valkyrie

©Shinya Umemura/Takumi Fukui/Ajichika

Shuumatsu no Valkyrie é um mangá que faz sucesso desde seu lançamento, mas recentemente o hype estourou e todos se animaram com a ideia. Um mangá com enredo diferenciado, personagens carismáticos e historicamente fiel (na medida do possível). Para mim, (ressalto que é a minha opinião) é um dos melhores mangás atuais. Um que acompanho apaixonadamente e de maneira curiosa para um desfecho, que por acaso está distante.

Sinopse

Há tempos, os Deuses já estão frustrados com as ações da humanidade. A cada 1.000 anos, o Conselho de Valhalla decide se os humanos ganham mais 1.000 anos de vida ou serão extintos. Dessa vez, o voto foi unânime para o extermínio dos humanos. Porém Brunhilda, uma Valquíria, vai contra essa ideia e propõe um “divertimento” aos seres naquele conselho. Um combate entre Deuses e Humanos.

A ideia era simples, 13 de cada lado. Zeus representaria os Deuses e escolheria os seus. Brunhilda os humanos e escolheria os seus. Se os humanos vencerem, eles ganham 1.000 anos de vida. Mas, se no fim os Deuses vencerem, a raça humana toda será extinta. Qual seria o plano por trás das ações da Valquíria? E como essa luta poderia ser mais injusta?

Opiniões Gerais

Fiquei deveras surpreso. Não esperava que os humanos tivessem qualquer chance. E mesmo que tivessem, não esperava que o enredo conseguisse segurar todas as pontas soltas, coisa que aconteceu de maneira impressionante.

A explicação para que o combate seja possível, são as Armas Divinas. Um contrato entre um humano e uma Valquíria, onde ela se torna uma arma ou item utilizável para o portador. No caso, dois exemplos são a Katana de Sazaki Kojirou e as luvas de Jack, O Estripador. Entretanto, se o humano perde a batalha, a Valquíria morre junto.

No caso, os humanos apresentados morreram muito tempo atrás, então no caso, os que supostamente “morrem” tem suas almas destruídas e não alcançam nenhum pós vida. E se um Deus deixa de viver, acaba realmente morrendo, coisa que para eles, até então, era praticamente impossível. Ou simplesmente muito difícil.

©Shinya Umemura/Takumi Fukui/Ajichika / “A lista dos participantes de cada lado”

As batalhas conseguem ser balanceadas. No caso, uma delas não seria. Adão teria ganhado sem esforço se seu oponente tivesse sido Shiva, mas, Zeus não deu esse gostinho para humanidade. Ainda assim, até o Deus dos deuses quase perdeu essa luta, Adão era um monstro em velocidade. E sua técnica “Os Olhos do Senhor” era algo que condizia com o “conceito bíblico” e foi muito bem explorado. Ele pode copiar habilidades, e sua desculpa para isso é de que ele foi criado a imagem e semelhança de Deus. Sendo assim, tournou-se um verdadeiro monstro em termos de poder.

As lutas tem um pouco do passado dos personagens em flashback. Isso é uma maneira de mostrar de onde vem seu poder, como é sua história, quais são seus ideais. Exemplos disso são Adão comendo a maçã no conselho divino e Sazaki perdendo suas batalhas para aprender com a derrota. São maneiras de passar carisma para os personagens, e eu achei fantástico! Eles conseguiram até me fazer sentir pena do Jack, o passado dele é tenebroso.

Conclusão

Um mangá para quem gosta de porrada, personagens históricos e enredo com um plot twist a cada batalha. É divertido, e quando alcança o último volume, é praticamente impossível não ter um sentimento de “quero mais” em você. Lembrando que ele não é semanal, lança de volume em volume lá fora. Os últimos volumes tiveram uma diferença de uns três a quatro meses.

De qualquer forma, é isso. Me digam, quem vocês acham que será o vencedor? Vou ficando por aqui, até o próximo artigo. Tchau!

©Shinya Umemura/Takumi Fukui/Ajichika

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