Editorial Personagens

Fate series: um pouco sobre Gilgamesh

©Ufotable/Kinoko Nasu

De vez em quando é difícil ser hétero, sabiam? Vem comigo que eu vou te explicar.

Começamos com o Sukuna. Ok… Beleza! Aí tem o Satoru Gojo… Já dá uma dificuldade de leve com aqueles olhos. Com certeza dá pra aumentar essa lista, mas vamos resumir.  E então, temos o Gilgamesh! Poxa! Apelação demais!

Eu sou uma das poucas pessoas que ama personagens babacas.

Sim, eu sou o tipo de pessoa que gosta do Akashi, Sukuna, Askeladd e afins. Então, lógico que o Rei dos Heróis não estaria de fora da lista de grandes babacas.

O que falar do sinônimo de apelação? O cara simplemente invoca todos os tesouros que ele coletou em vida, coisa que, baseando na Epopeia de Gilgamés, é simplesmente “coisa pra caral##”.

É importante destacar que na análise de hoje eu irei focar mais na criatura do que em seu poder, pois se não, eu vou ficar falando o dia inteiro. De uma coisa eu não tenho dúvida, ego de Gilgamesh também faz parte de suas habilidades, e disso eu tenho certeza.

De qualquer forma… Ficha, história e essa parafernália toda!

Nome: Gilgamesh
Idade: Aparência de 20 e poucos anos. Já de existência geral… aproximadamente uns 2700 anos? Isso com base em fatos históricos.
Gênero: Masculino
Títulos: O Rei mais velho, Cunha do Céu, Rei dos Heróis
Altura e peso: 182cm e 68kg

História
©Ufotable/Kinoko Nasu

Antes do nascimento do nosso herói, seu pai, Lugalbanda, fez um acordo com Sefar para que pudesse ser poupado. Esse acordou permitiu que o Rei dos Heróis nascesse.

Ao nascer, o jovem possuía um físico exuberante, era do mais alto nível dentre os mortais (deveras…) e tinha um conhecimento capaz de alcançar a verdade absoluta. Nasceu como um projeto de rei, a Cunha do Céu para conectar os humanos em ascensão e os deuses decadentes.

Criado como um híbrido dessas respectivas falhas, foi feito para julgar os dois lados a partir de suas respectivas posições.

Já que em sua infância amou mais os deuses do que a humanidade, os deuses criaram Enkidu como forma de punição. Entretanto, Enkidu não conseguia entender sua missão, por que ele deveria punir Gilgamesh? Afinal, o rei era amável, ideal e vivia sendo elogiado naturalmente por seus súditos. Não haviam motivos para correção, sua única “falha” era a de não se submeter aos deuses, no entanto, ele os respeitava.

Infelizmente, Enkidu foi obrigado posteriormente a ir a favor dos deuses. Afinal, quando jovem, o rei praticava o absolutismo, a coação, a opressão e afins. O povo lamentava tal decadência e os deuses ficaram perplexos com tal mudança. A razão da mudança era intrigante.

Gilgamesh era um ser meio mortal e meio divino, portanto, adquiriu as características de ambos. Por conta disso, ele possuía um campo de visão muito maior que o dos deuses e extremamente mais amplo que o da humanidade.

Seu poder avassalador lhe fazia jus, mas gerou nele um isolamento de mesma magnitude. Sua força pessoal lhe impediu de abdicar de sua principal missão, tendo então que cumprí-la. Até o fim, se dispôs a isto, entretanto, de uma forma distorcida. Ao reverenciar os deuses e amar a humanidade, decidiu por depor os deuses e odiar a humanidade.

O Rei dos Heróis
©Ufotable/Kinoko Nasu

Gilgamesh encerrou suas aventuras após perder a chance de ser imortal para uma cobra. Sim, ao achar a erva que lhe concedia a imortalidade, ele a perdeu. Após isso, veio-lhe um pouco de dor e lamento, tendo percebido ali que, para cumprir sua missão, a imortalidade não era necessária.

Mesmo tendo nascido completo, algo ainda lhe faltava. Ele não tinha experiência, afinal, faltava-lhe passar diversas coisas. Não se pode nascer com experiência e ele agora compreendia isso. Ali, então, havia alcançado maturidade mental .

A partir disso, retornou para seu reino e governou como o Rei dos Heróis. Portando em sua coleção, os maiores artefatos da história até então. Armas e itens lendários, de todos os tipos. Surgindo, tempos depois, um desejo pela erva da imortalidade novamente, para que, enfim, a tivesse em sua coleção. Ele elevou um novo rei e saiu para sua jornada, nunca mais tendo sido encontrado.

Poderes e Habilidades
Gilgamesh
©Ufotable/Kinoko Nasu

Comecemos pelo fato mais interessante no meu ponto de vista, o fato de que ele pode ignorar ordens e ativar seu fantasma nobre quando quiser, afinal, não possui as restrições de um servo comum. Como ele mesmo diz “eu não tenho um mestre”.

No geral, Gilgamesh possui força suficiente para bater de frente com Saber e Heracles. Além de ter reflexos que aparentam ser inimagináveis para uma pessoa comum, seus golpes sempre tem a intenção de esmagar e humilhar o inimigo ao extremo.

Mas, sua arma, ou melhor, sua magia mais mortal, com certeza é o Portão da Babilônia. Com ela, o jovem rei pode invocar todas as suas armas lendárias, aquelas que colecionou enquanto estava vivo. Não se sabe ao certo quantas podem ser invocadas, mas, estima-se que chegam na casa da centena.

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